segunda-feira, 7 de maio de 2012

Como surgiu a maquiagem?



 Os mais antigos indícios achados por arqueólogos datam do Egito Antigo, por volta de 3000 antes de Cristo. "Considerada uma arte pela civilização egípcia, a maquiagem se originou com o kohl", afirma a físico-química Inês Joeques, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O kohl é um pigmento preto ainda hoje usado como sombra - isto é, para sublinhar o contorno dos olhos e escurecer cílios e sobrancelhas. Esse e outros antepassados da maquiagem também seriam desenvolvidos milênios mais tarde na Europa, tanto na Grécia como na Roma antigas, onde embelezavam não apenas as mulheres, mas igualmente os homens. Após a queda do Império Romano (no século V d.C.), porém, o uso desses produtos foi praticamente abandonado na maior parte do continente europeu e, durante toda a Idade Média, o pensamento religioso falou mais alto que a vaidade. A maquiagem só ressurgiria com força a partir do século XV, quando a Itália e a França se tornaram os principais fabricantes de produtos de beleza.
Nessa época, o uso de maquiagem era privilégio de reis, cortesãos e aristocratas, que apreciavam principalmente o pó-de-arroz e pomadas coloridas que serviam para pintar os lábios. Somente no século XVIII é que tais artefatos começaram a se popularizar, mesmo não sendo bem aceitos em todos os países. Na Inglaterra, por exemplo, mulheres mais conservadoras evitavam usá-los por considerá-los vulgares e associá-los a costumes pouco respeitáveis. Esse preconceito inglês - compartilhado também pelos americanos - só acabaria no início da década de 1920, que deu o impulso que faltava para a maquiagem se transformar em mania mundial.


Vaidade ancestral 
Três dos principais produtos de beleza já existiam na Antiguidade
Sombra
A mais antiga das maquiagens era usada pelos egípcios milênios antes de Cristo, conhecida como kohl. Fragmentos desse pó escuro - uma mistura do mineral malaquita com carvão e cinzas -, que servia para realçar os olhos, foram encontrados em vasos nas tumbas de Menes, faraó da primeira dinastia egípcia, de cerca de 3000 a.C.
Rouge
Pode ter sido na Grécia Antiga que surgiu o primeiro antepassado do rouge. Segundo relatos do dramaturgo Aristófanes, na Atenas do século V a.C. as mulheres já utilizavam matérias-primas como gordura e tinta vermelha para produzir esse tipo de efeito corado nas faces. A tintura era obtida de raízes vegetais
Batom
Também na Roma Antiga, as mulheres misturavam ingredientes como papa de cevada, chifre de veado moído, mel e salitre para produzir pastas à base de gordura que eram aplicadas nos lábios, como um batom primitivo. Mas, nessa época, isso servia mais para proteger os lábios do ressecamento do que para embelezá-los
Cores naturais Minérios, argila e fuligem davam os tons da maquiagem primitiva Vermelho
Na Antiguidade, maquiagens com esse tom continham óxido de ferro, tirado de rochas moídas
Preto
A cor vinha de compostos contendo elementos básicos, como carvão, cinzas e fuligem
Verde
Era obtido a partir de um minério de cobre chamado malaquita, que tem coloração esverdeada
Amarelo e ocre
A principal matéria-prima usada para produzir esses tons era a argila

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dança com Snujs - Raks el Sagat

 No Egito Antigo, as bailarinas costumavam estalar os dedos para acompanhar o ritmo da música.
Este costume evoluiu com a utilização de pequenos instrumentos metálicos chamados snujs ou sagats.



Os snujs são instrumentos musicais, requerendo portanto, estudo, disciplina, bom ouvido e musicalidade para incorpora-los á dança.

São usados um par em cada mão. Um deles se prende ao dedo médio e o outro ao dedão por meio de um elástico. O elástico não deve estar muito solto para não cair, e nem muito apertado para não prender a circulação sanguínea.

O toque dos snujs deve ser sincronizado com os movimentos de braços, tronco e quadril.

Eles podem ser tocados pelos músicos, ou então pela própria bailarina enquanto dança. Neste caso, requer grande habilidade da bailarina, que deve dançar e tocar ao mesmo tempo.

É um instrumento percussivo que pode acompanhar a música toda, apenas algumas partes e/ ou os breaks (paradas) da música.

Geralmente as músicas mais indicadas são as mais aceleradas, mais animadas, com ritmos ou floreados bem marcados, e não se exige um traje específico para tocá-los.

Não é indicado tocar em taksins ou qualquer outro momento lento da música.

È preciso conhecer bastante a música e treinar bem os toques para que o som fique bom. Pois caso contrário, a música e a dança ficarão poluídas.



Mitos e curiosidades:

Egito antigo: Os som dos Snujs servia para a invocação da Deusa Bastet, a deusa gata protetora das mulheres que cuidavam de crianças pequenas, e das dançarinas. Seu culto principal dava-se na cidade de Bubast, onde um grande templo, com imagens e múmias de gato em seu louvor.Uma vez por ano, nos Festivais suas sacerdotisas entravam numa barca que descia o rio Nilo e tocavam seus snujs, cantavam, batiam palmas e queimavam incensos.
Nas margens, o povo ribeirinho era conclamado a assistir e participar no Festival da Deusa, carregando tochas, enquanto as sacerdotisas chamavam para testemunhar das dádivas da Deusa da Fecundidade, da Dança, da Reprodução, da Música, das Artes,...
Neste festival, na verdade, todas as Deusas protetoras das mulheres eram reverenciadas, sendo que Hator também era considerada divindade da música e da dança, tendo vários intrumentos musicais a representação desta deusa .

Marrocos: Ao invés de dois pares de snujs para tocar o instrumento, utiliza-se um par numa mão e um só na outra.

Grécia, a Turquia e a Índia: Apesar de não serem de origem árabe, também ostentam a cultura dos snujs.


 Dicas:
Existem snujs prateados ou dourados, lisos ou com desenhos, pequenos, médios ou grandes. A escolha depende da preferência de cada um, bem como da habilidade, pois os snujs maiores requerem mais treino. O tamanho ideal para bailarinas são os de tamanho médio.


Com o tempo os snujs podem escurecer ou ficar esverdeados e para voltar à sua cor original, pode-se usar alguns produtos que são vendidos em casas especializadas de instrumentos.


São necessários alguns cuidados com o armazenamento para prolongar a qualidade do som e a aparência dos snujs. Por isso é importante não guardá-los úmidos e deixá-los envolto em algum tecido.


O bom som produzido pelo snuj acontece quando se toca um no outro e logo em seguida o som ainda continua reverberando no ar. Ou seja, quanto mais o som se estender no ar, melhor é a qualidade do snuj. 

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dança com Espadas - Raks al Saif




Dizem que a dança da espada surgiu como uma forma simbólica de libertação das mulheres, que em diversos contextos históricos, foram subjugadas pelos homens. Assim, elas começaram a dançar com estas armas de guerra, símbolos da violência e do poder com movimentos sinuosos, delicados e com equilíbrio, mostrando total controle do objeto.
A Dança com Espadas  exige habilidade da bailarina. É executada com uma espada desenvolvida para dança, sem corte. A manipulação desse objeto encantador representa força, poder e equilíbrio, que acontecem de maneira sensual e extremamente feminina.
A bailarina pode usar a espada para fazer poses ou equilibrá-la na cabeça, mãos, cintura, abdômen, ombro, coxa, pés e onde mais a sua imaginação deixar. É utilizada em músicas lentas, por isso, é comum ver oitos, redondos e outros movimentos sinuosos como os camelos e ondulações durante a apresentação. Porém, é comum ser usada em danças de chão e em derbakes, com shimis e marcações. Nos deslocamentos, é usada principalmente com giros.

– Origens –


A origem é nebulosa mas esta conectada ao Egito, a Turquia e a Índia, principalmente entre as tradições beduínas onde as mulheres têm participação nas batalhas. 

- Curiosidades -

Dentro da ritualística do Zaar, entre as tribos do deserto, as mulheres utilizam espadas para maldizer os espíritos masculinos que lhe tenham feito algum mal, funciona como uma ferramenta de purificação.

Também nas regiões afastadas do Golfo Pérsico, a espada é utilizada juntamente com um Daff para retratar as dificuldades da guerra. 

- Lendas - 



  Uma lenda conta que havia um tempo na história egípcia em que as dançarinas eram vendidas como escravas nas cortes ou como propriedades dos ricos. Costumavam dançar com espadas em batalhas.Não sumulavam lutas nem disputar, mas delicadamente equilibravam a espada na cabeça dançando destemidas, expressando-se livremente debaixo da espada. Você controla minha vida, segure a espada sobre minha cabeça, mas não controle meu espírito."   

  Outra versão, indica que a dança é uma homenagem à deusa egípcia Neit, considerada protetora, caçadora, guerreira e que abria caminhos. Outras afirmam que as mulheres tomavam as espadas dos guerreiros e guardas no final da guerra e equilibravam no seu corpo para demonstrar que eram melhores como acessórios do que como armas.

  Há também quem diga que elas dançavam assim como uma espécie de agradecimento ou celebração da vitória na guerra. Neste sentido, a dança reflete a luta dos árabes pela terra. Por fim, outra lenda conta que elas precisavam demonstrar habilidades para seus reis. Independente da origem, esta da dança demonstra habilidade, técnica de dissociação perfeita e total controle do corpo – ou como propõe a primeira lenda, do espírito- da bailarina.


Até o próximo post!
Beijos


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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A importância do alongamento

 Certamente esta é parte mais renegada por quem esta começando a praticar qualquer atividade física. Pensa-se que alogamento é bobagem, e o que importa é o exercicio em si, mas antes de começarmos qualquer atividade física, precisamos de uma boa sessão de alongamento. Não é bobeira, nem desculpa da sua professora para ‘gastar’ quinze minutos de aula... 



Pra que serve o alongamento?


 O alongamento é uma prática para aumento de flexibilidade muscular. As fibras musculares se estiram ampliando sua capacidade de movimentação e a mobilidade das articulações trabalhadas. Podemos dividir os alongamentos em dois tipos básicos:


1. Antes das atividades físicas: Usado como aliado dos exercícios para aquecer. Serve para preparar a musculatura para trabalho corporal que será dado. Você deve sempre dar mais ênfase nas regiões que serão mais trabalhadas. Não adianta alongar muito as pernas numa aula de braços e troncos.


2. Depois das atividades: Para relaxar a musculatura, realinhar as vértebras e tirar das articulações, todas as tensões promovidas pela atividade física. Deixa o corpo zeradinho para as próximas atividades.



Quais os principais benefícios?


1.     Promove maior consciência corporal.
2.     Reduz a tensão dos músculos e das articulações.
3.     Previne lesões musculares e articulares.
4.     Aumenta sua capacidade mecânica, com movimentos mais amplos e conscientes.
5.     Promove aumento de força, agilidade, velocidade e leveza.
6.     Alivia e previne dores existentes em músculos, articulações, tendões ou ligamentos.
7.     Ativa e melhora a circulação sanguínea.
8.     Combate o stress físico e mental.
9.     Auxilia a correção postural.
10.                       Melhora a capacidade de concentração e atenção.


Pros bailarinos, temos mais alguns benefícios significativos além desses:


1.     Melhora o equílibrio e a conscientização do eixo.
2.     Faz com que seu corpo seja capaz de executar movimentos antes impensáveis. (torções, saltos, acrobacias, spacattos, etc...)
3.     Melhora a execução dos movimentos, principalmente ondulatórios, deixando-os mais definidos e conscientes.

Alguns Alongamentos



Dicas Principais.

1. Cuidados personalizados: Sua professora precisa avaliar sua postura e suas particularidades físicas para saber se você precisa de algum alongamento especial ou se tem alguma restrição de exercícios. Além do que, o alongamento certo ajuda a corrigir erros posturais.

2. A respiração é sua maior aliada: Inspire sempre que for iniciar um alongamento e expire durante sua execução. Para conseguir um melhor resultado, cada vez que quiser ir mais além, inspire e expire novamente. Durante a permanência, que é o mais dolorido, inspire e expire constantemente de forma profunda. A oxigenação dos músculos ajuda no alívio do mal estar e relaxa o músculo para que ele consiga melhores resultados.





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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Make Turquesa!

Olá, mexendo na net, achei este tutorial de maquiagem, achei bem simples, mas muito interessante. no tutorial consta nome da make e as cores especificas, mas quem não tem pode improvisar com o que tiver, não precisa ficar idêntico.




Comece com a pele preparada e primer de sombras (Primer Potion, Urban Decay) na pálpebra superior. Aplique, e depois espalhe com o dedo, como se fosse um corretivo.


Aplique a sombra prata a partir do canto interno por toda a pálpebra móvel, sem exceder a linha do côncavo.


Como não tem uma sombra tão marinho, faça um fundo com sombra preta no canto externo.


Aplique a sombra azul sobre a preta, esfumando bem. Inclusive pela linha do côncavo.


Se você não estiver satisfeita com o tom de azul, esfume o canto externo e a linha do côncavo com uma sombra grafite.


Com sombra turquesa delinee os cílios inferiores, aplicando com cuidado na linha d'água também (não recomendado pra quem usa lentes de contato). No canto externo essa cor é alongada, acompanhando a parte de cima. No canto interno esfume com a sombra prata.


Faça um traço com delineador preto, rente aos cílios superiores.


Com delineador turquesa faça 3 risquinhos no cantinho externo.


Finalize a maquiagem dos olhos, aplique algumas camadas de rímel tanto em cima quanto embaixo, finalize a make com um blush no tom coral e batom nos tons pêssego, tons alaranjados e até mesmo tom de boca, passe um gloss e você está pronta!


Fonte de pesquisa: www.cosmeticagem.com.br


Beijos e até a próxima! 

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Outono e Inverno – Aliados da Boa Forma



A grande maioria dos brasileiros não gosta de frio, afinal somos o país do sol, praias, Carnaval, samba e assim acreditamos que nosso corpo foi feito para o calor e o verão! Com a chegada do inverno vem à preguiça também, porque não é uma tarefa fácil passar por trocas de roupas, salas, depois banho, troca de roupa de novo.Mas daí que vem o grande problema, todo aquele esforço, disciplina e superação dos lindos dias de primavera vão por água abaixo e o ritmo de aula construído até então volta quase a estaca zero. Daí vem alguém e sempre diz” olha, eu não quero ser profissional, faço isso como hobbie!” e é ai que eu quero chegar!!!!!
Você que não quer ser profissional, mas quer se distrair e cuidar do corpo, combata a preguiça do inverno você também, pois ele é um grande aliado na busca por um corpo melhor! Temos vários benefícios nas aulas regulares de Dança do Ventre, como a melhoria da flexibilidade e alongamento, aumento do tônus e enrijecimento da musculatura, melhora da coordenação motora, correção postural e o delinear de certas partes do corpo como cintura e quadris, mas como eu já disse, não adianta virar turista no frio e ainda querer ter os benefícios que a dança trás.
Vale ressaltar que este benefícios vem de médio longo prazo com a combinação de frequência de aula e alimentação saudável!

Vamos usar o inverno ao nosso favor!

A temperatura média do ser humano está entre 36,5°C e 37°C, e no calor é muito mais fácil para o corpo manter essa temperatura, mas no inverno o organismo gasta 30% mais energia para manter o corpo aquecido. Assim sendo, é mais fácil perder peso no inverno. Pessoas sedentárias podem obter ótimos resultados nesta época do ano.

Os resultados dependem da intensidade do exercício.

Exercícios Moderados
Esses exercícios chegam a queimar mais calorias no inverno do que no verão. A Dança do Ventre, na maioria das aulas, se encaixa nesta intensidade.
Exercícios intensos
Esses exercícios queimam grande quantidade de carboidratos. Algumas aulas mais puxadas de Dança do Ventre alcançam essa classificação.

ATENÇÃO

No frio o corpo pede alimentos mais gordurosos, pois estes são isolantes térmicos naturais, mas não podemos deixar que as guloseimas próprias desta estação prejudiquem nosso organismo ao invés de ajudar! Depois dos exercícios reponha a energia com alimentos leves como saladas, sanduíches naturais ou até mesmo uma boa sopa de legumes, um caldo leve, que além de tudo ajuda a esquentar!

Portanto, vamos tirar a preguiça do corpo, e aproveitar o máximo este inverno !!!

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Tudo no seu tempo!


Pois é gente, não adianta arrancar o cabelos e fazer cara feia! Também não adianta se irritar com o comando do cérebro que o corpo não responde, não vai ajudar em nada. Aprender a dançar, falando francamente, é um processo lento que exige paciência, persistência e disciplina. O preço é alto, mas o resultado é incrível. Nada mais animador do que o dia que você percebe que a dança está fluindo no corpo e todo aquele esforço valeu à pena. Aprender a dançar precisa de muita força de vontade.




Aos novos praticantes


Fazendo uma análise geral a maioria das alunas de D. Ventre, está em idade adulta, dos dezoito aos quarenta anos e não pratica nenhuma atividade física complementar. Explicando de forma simples, em pessoas com esse perfil o cérebro é muito mais ágil que o corpo. Para ele é muito mais fácil aprender. Já o corpo tem suas limitações, que insisto em dizer, isto é NORMAL!
Analise comigo: Você que está dentro desse perfil e é maioria em sala de aula, alguma vez, antes de fazer Dança do Ventre, alguém mandou que você movimentasse apenas as costelas direitas ou que colocasse sua consciência nos metatarsos dos pés? Tenho certeza que não... Nossa vida é trabalhar, trabalhar, estudar, estudar, usar salto alto, ver televisão, andar no shopping, e de vez em nunca arriscar uma atividade como caminhada, bicicleta ou academia que você aparece uma vez ao mês por que simplesmente odeia aquilo.
A vida de mulher moderna, não dá mesmo pra esperar que o corpo responda em alguns pequenos meses a todos os novos estímulos que ele receberá. Aí já é pedir demais ao pobrezinho. Ele não merece tanta pressão.



O que fazer? Reeducar!


Em todas as atividades que fazemos trabalhamos e sentimos o corpo como um todo, como algo que se move em blocos e estamos acostumados com uma postura e uma organização corporal completamente errada e oposta ao que se necessita em dança. Quando entramos na aula de Dança do Ventre, entramos em um novo universo. O corpo não é mais sentido em blocos, mas sim em pedaços muito pequenos que devem se mover de forma consciente e isolada. LOUCURA!!!. Deparamo-nos também com a necessidade de reorganizar nossos membros e descobrir uma nova linha de postura.
Aos poucos o corpo se adapta ao novo código de movimento. Eu sei que os primeiros três ou quatro meses são desafiadores, mas o resultado compensa muito. E o resultado não é apenas dança, é se conhecer melhor, romper os seus limites, descobrir toda sua capacidade e ter controle sobre seu corpo. Tudo isso vai se refletir na sua vida pessoal e profissional com muita força.
O imediatismo não funciona com o corpo. Para termos bons e duradouros resultados, precisamos de investimento e reeducação. 


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